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Pense Nisso..

Parece tão óbvio, né? Mas muita gente tem confundido as bolas e usado pessoas como objetos. Amar? Ah… Amar fica para outra hora, mais tarde, quem sabe um dia, talvez quando não houver mais nada para fazer.
Sobre quem adota essa dinâmica relacional, nada do que eu diga terá muito impacto, até porque, egoístas e materialistas tendem a não seguirem páginas como essa e muito menos investiriam tempo lendo esse post. Por esse motivo, meu alerta é para você. É! Você mesma(o), que já se sentiu assim, sendo tratada(o) como um simples objeto, muitas vezes até descartável nas mãos de alguém que significava alguma coisa para você. Dói, né? Rola uma sensação de humilhação, inconformismo, injustiça, mágoa, raiva.. Enfim! A gente fica meio sem entender “como pode” alguém lidar com um ser humano dessa maneira, ser tão indiferente, frio, superficial? Ficamos num pensamento contínuo, ininterrupto, ruminante, questionando a razão disso e porque haveria de ser assim. Mas, fato é que tem uma galera e não é pouca, que age exatamente assim. E quer saber? Está nem aí… Não tem empatia, consideração ou qualquer acordo ou combinado. Passa por cima mesmo, que nem trator, te atropela, te faz de estepe, ponte, jogador reserva, te coloca na gaveta, na prateleira, te faz de gato e sapato, copo de plástico, usa, joga fora e o que mais puder, quiser e você deixar. Leu bem a última palavra? Pois bem! Só se você deixar. Esse é o pulo do gato, a salvação e a notícia boa dessa palhaçada toda aqui. Você é dona(o) de si mesma(o). O outro só faz com a gente, o que permitimos. Caso contrário, interdite. Diga, não! Dê limites! Basta! Respeite-se. Tenha claro para si mesma(o) o que quer e não quer e delimite até onde permitirá que acessem você, seu íntimo, seu coração e a sua vida. Não se engane, não prolongue, não se acostume. Você não é um objeto.
Por: Pamela Magalhães

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Foto:Reprodução/Facebook

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