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Pense Nisso…

Dizer a alguém para não criar expectativas é mais ou menos como pedir ao estômago para não roncar quando estivermos com fome, ou seja, o caminho definitivamente não é esse.
Somos seres humanos, passionais e sim, querendo ou não querendo, segurando a onda ou surfando nela, quando damos por nós, lá estamos acompanhadíssimos de nossas inseparáveis expectativas. Então, vamos com calma dar um jeitinho nisso. Já entendemos que as danadinhas nascem sem que façamos nenhum esforço e se procriam a se perder de vista, então se não podemos evitá-las, sugiro adestrá-las! Sim, vamos organizá-las no nosso interior, evitando confusões, dores, decepções e sofrimentos. Sabe essa situação atual? Essa mesmo que está acontecendo agora? Que vem dominando seus pensamentos, protagonizando sonhos, ideias, etc e tal? Ela é a isca da expectativa e assim serão todas as circunstâncias mobilizadoras que nos deixem vulneráveis. Identificou? Muito bem, agora comece separando de um lado o que existe, o que de fato acontece é factível, concreto, analisando os recursos dis-po-ní-ve-is e visíveis. Feito isso, vamos a segunda parte, mergulhe dentro de si mesmo, ouça seus desejos, fantasias, idealizações, elucubrações, aquilo que você gostaria que fosse, espera acontecer, toda e qualquer vontade intrínseca misturada a compensações, projeções e reparações. Identifique tudo isso e coloque bem distante da outra parte.
Bom trabalho! Cá estamos com as duas poções distinguidas para evitar interações bombásticas. Agora, vivemos um dia de cada vez, sem colocar a carroça na frente dos bois, criar o que nunca existiu, esperar quem nunca chegará, querer que gato lata ou cachorro mie, aguardar atitude de quem nunca teve, mudanças de quem não mudará nunca ou decisões de quem escolheu permanecer na dúvida.
Fonte:Pamela Magalhães Psicóloga

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Foto:Reprodução/Facebook

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