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Pense nisso….

O problema é que não são poucas às vezes que teimamos na mesma porta. Justo aquela que não quer abrir de jeito nenhum! Bem emperrada! E quanto mais forçamos, mais difícil de abrir ela se torna, e aí é um tal de soltar a maçaneta daqui, empurrar dali, que só quem já cismou que uma porta tinha que abrir sabe do que estou falando.
Fazemos isso pela resistência em mudar. Insistimos nos mesmos caminhos pelo costume, e claro! Um baita receio do novo! Daquilo que não conhecemos!
Por incrível que pareça vamos nos acostumando com essa história da porta ser difícil de abrir, precisar de muito esforço e ser aberta algumas vezes quando se tem lá muita sorte. Ou quem sabe nos acostumamos com esse desejo de que algum dia a porta vá se abrir e seremos felizes para sempre.
O fato é que porta emperrada é muito chato. Porta que não abre facilmente requer esforço continuo é desgastante e porta que não abre de forma nenhuma, não deixa fluir, não deseja acessos, não aceita a nossa entrada, não está pronta para nos receber. Ufa! Não é fácil nos conscientizarmos disso…
É preciso compreender os sinais do outro. Observar nossos investimentos e as reações da outra parte.
Por mais que tenhamos nossos desejos, vontades, fantasias, nem sempre serão compatíveis com os anseios e objetivos do outro. Desconsiderá-lo nos mantendo cegos e reduzidos exclusivamente ao nosso mundo, poderá nos tornar fixados em situações escassas ou estagnadas, embargando e deixando de enxergar tantas outras possibilidades muito mais promissoras…
~ Pamela Magalhães

Foto:Reprodução/Facebook

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