Jornal Saúde e Bem estar destaca:

Tenho recebido muitas pessoas enquadradas em depressão, principalmente mulheres. A nutrição e sua relação com a doença vem sendo estudada com mais afinco nos últimos anos em razão de funções cerebrais que dependem de um balanço de nutrientes adequado. Os fatores ambientais são os principais responsáveis p/ o seu desenvolvimento, entre eles o estresse crônico ou precoce, traumas emocionais, infecções virais, exposição a toxinas, uso de fármaco, alergias alimentares e exposição precoce a alimentos antes dos 6 meses de vida. É claro que todo quadro deve ser acompanhado por um médico especializado, mas o que ingerimos pode e deve otimizar o tratamento. Probiótico: trata a disbiose e melhora da função intestinal diretamente ligada às alteração de humor, excitação mental, manias, irritabilidade, agressividade e competitividade. . Zinco: é de extrema importância para a atividade neuronal e para controle das funções fisiológicas e fisiopatológicas do encéfalo. Reduz o estresse oxidativo e inflamação. Ele está presente nas sementes, oleaginosas, cereais integrais, leguminosas, ovos e carnes. . Magnésio: dietas pobres em magnésio estão associadas a maior estresse oxidativo no cérebro. Alimentos ricos em magnésio são: sementes, verduras verde escuras e leguminosas. . Cromo: importante para a expressão de receptores de membrana para serotonina nos neurônios. . Vitaminas do complexo B: cofatores para a formação de enzimas importantes na síntese de neurotransmissores como a serotonina e dopamina. Necessária suplementação individual. . Vitamina D: regula a expressão de vários neurotransmissores. Na maioria das vezes sua suplementação é necessária. . [continua no primeiro comentário…]

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