CÉSAR ABREU/OTALENTO DO MÊS DE JANEIRO 2018..

TALENTO DO MÊS É UMA COPRODUÇÃO ENTRE O SISTEMA J1 E J1 PRODUÇÕES

TEM MUITAS NOVIDADES A CAMINHO

CONHEÇAM UM POUCO MAIS SOBRE O TALENTO DO MÊS DE JANEIRO/2018:

POR CÉSAR ABREU

Oi, eu sou César Abreu, sou cantor sertanejo e gostaria de falar pra vocês um pouco sobre minha vida.

Nasci na cidade de Itaúna – MG em 29/08/1994, morei em Itatiaiuçu-MG por 20 anos quando vim para Belo Horizonte – MG.

Minha vida foi marcada com alguns momentos ruins, como a morte da minha Mãe, Sueli Raimunda de Abreu que veio a falecer no meu parto. Cresci com meus tios em Santa Teresinha de Minas (itatiaiuçu-MG), meu Pai biológico, Cícero Messias, não tinha condições de me criar, pois tinha meus irmãos Clenio Abreu que na época tinha 7 anos e Verônica Abreu que tinha 3 anos. Desde então cresci sem a presença deles, que sofreram muito com isso também.
As lembranças que tenho de minha Mãe são apenas fotografias e histórias que meu avô e meus irmãos contavam sobre ela. Me contaram também que ela gostava muito de cantar e tocar, ela pegou essa herança de minha avó, que além de cega tocava violão e cantava.
Cresci com isso, a música corria no meu sangue.
Sempre fui apaixonado por instrumentos musicais mas meus pais adotivos, Orlando Simões e Maria Aparecida, não tinha condições de me dar um, até que ganhei o meu primeiro violão, eu tinha apenas 11 anos.
Aos 13 anos de idade o Professor Hudson Andrade me deu uma oportunidade de me ensinar a tocar violão, desde então venho aprendendo e aprimorando as técnicas.
Aí que apaixonei mais pela música, mas tinha vergonha de cantar. Então aos 17 anos de idade, fui convidado a participar de uma banda pop rock D’Tuners onde toquei teclado, fizemos alguns shows pela região mas vi que ali não era para mim,então com 18 anos fui convidado a participar da banda da ex dupla sertaneja universitária de Itatiaiuçu, Rodrigo Aquino e Rafael, onde toquei quase um ano. Fiquei em aprendizagem musical até 21 anos, quando perdi a vergonha de cantar e formei a dupla César e Anderson, onde tocamos pela região por quase 3 anos até que a dupla acabou. Desde então venho com projetos no papel, tenho mais de 60 composições de minha autoria.
Vim para Belo Horizonte à trabalho, pois minha meta e meu grande sonho é gravar um CD autoral, que não é nada fácil e muito menos barato.
Faço isso e sou quem sou hoje pela minha Mãe, ela não pode me ensinar como é a vida e nem estar presente, mas, eu aprendi que devia receber a herança dela que é a música. Hoje estou feliz fazendo o que amo e pretendo aprimorar mais a cada dia, a gente nunca sabe de nada, cada dia é um aprendizado novo.
Espero conseguir meus sonhos e vencer a caminhada com Deus do meu lado, e minha Mãe no coração.
Obrigado à todos e um grande abraço!


-César Abreu

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